jul 06, 2017 | Beleza
Xô, olheiras!

Oiii, oiiii !!!!

Tudo bem , Girls ?!!!

Fiz uma enquete no meu instagram pra saber o que vocês gostariam de saber da minha dermato Paula Marsicano, e o assunto “olheiras” ganhou disparaaaaaado.

Segue um texto incrível explicando tin-tin por tin-tin pra acabar de vez com nossas dúvidas e claro, com nossas olheiras também.

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Atire os primeiros óculos escuros aquele que nunca amanheceu com olheiras. E que nunca buscou alguma receitinha milagrosa para acabar com o estrago da noite mal dormida, da balada ou do excesso de trabalho. Mas nem só de maus hábitos são feitos as olheiras.

Fenômeno que incomoda muitas pessoas, a olheira se caracteriza pelo escurecimento da região em torno dos olhos. Não há estatísticas sobre o problema, mas se sabe que é comum. Pode formar-se em qualquer fase da vida de homens e mulheres, até em crianças. Manifesta-se em todas as raças, sendo mais frequente e acentuada, contudo, nos árabes. Quando aparece e não recebe tratamento, tende a agravar-se.

São quatro as causas básicas das olheiras: 1) deposição de pigmentos escuros produzidos pelos melanócitos – um tipo de célula da pele – nas células queratinosas existentes em torno dos olhos; 2) pele fina demais, permitindo a visualização dos vasos capilares (vasinhos externos); 3) presença de vasos capilares tão exuberantes que sua coloração escura, que é dada pelo sangue, fica perceptível na pele; 4) Alterações no contorno das pálpebras inferiores: a) Flacidez da pálpebra por fotoenvelhecimento, com atrofia da pele devida à perda de colágeno e gordura; b) Configuração do osso da órbita com a formação de sulcos palpebromalares e nasojugais profundos, que fazem sombra na pálpebra inferior; c) Bolsas palpebrais inferiores, causadas pela flacidez do septo orbital e pela protuberância da gordura retro-septal, resultando na formação de sulcos abaixo das bolsas. Esse é o fator causal mais comum das olheiras devido ao envelhecimento natural da região periorbital. Assim os, sulcos profundos (“olheiras fundas”), em geral, são de origem genética, mas pode surgir ou agravar com a redução de gordura da região malar, responsável pela sustentação do sulco lacrimal. O emagrecimento excessivo e insônia podem carregar ainda mais o visual.

olheira tem traços familiares, ou seja, se uma pessoa a desenvolve, outras na família podem tê-la apresentado no passado ou virem a apresentá-la no futuro. A produção e a deposição de pigmentos escuros em torno dos olhos podem resultar da simples exposição ao sol; de tendência genética; da fricção ao limpar e/ou coçar demais a área em torno dos olhos; de respiração bucal, porque prejudica a irrigação e a oxigenação na região dos olhos; do ato de provocar o vômito pelos portadores de bulimia; dos distúrbios do sono; e do tabagismo, pelo fato de prejudicar a oxigenação e a irrigação sanguínea e ainda danificar os pequenos vasos na área dos olhos.

Para essas olheiras crônicas, a saída são tratamentos com dermatologista. O tratamento deve ser baseado no sub-tipo da olheira.

                 Para olheiras causadas pelo depósito de melanina, os seguintes tratamentos podem ser aplicados: ácido retinóico, clareadores tópicos (hidroquinona, ácido kójico, ácido tioglicólico, ácido fítico, retinol e outros), luz intensa pulsada e lasers cujo alvo é a melanina (Q-Switched Ruby, Alexandrita e Nd:Yag). Indicamos essas tecnologias que têm como alvo a melanina ( pigmento negro) e a hemossiderina ( pigmento vermelho), logo perfeitas para tratamento das olheiras. É indicado 1 sessão mensal sendo geralmente reavaliado o tratamento, após 3 a 6 sessões.. O clareamento dura algum tempo, mas, como os vasos sanguíneos continuam no local “fazendo” seu serviço, as olheiras acabam voltando.               Para olheiras predominantemente causadas pela hipervisibilidade da musculatura e da vasculatura não há recomendação de tratamento, pois o benefício cosmético é mínimo.Em casos com alteração de contorno devido à flacidez da pele da pálpebra, podem ser utilizados peelings químicos (fenol, ácido tricloroacético), luz intensa pulsada, e lasers ablativos e não-ablativos, fracionados e não-fracionados.

Quando as alterações no contorno palpebral se devem à mudanças do volume orbital, a blefaroplastia transconjuntival e as técnicas de preenchimento podem ser empregadas. O preenchimento é útil quando a flacidez do septo orbital forma uma bolsa de gordura e o aprofundamento dos sulcos nasojugal e pálpebromalar ou quando a configuração do osso orbital favorece a formação de sulcos nasojugais e pálpebromalares profundos e o surgimento de sombras. O tratamento com preenchimento é realizado com ácido hialurônico para repor a falta ou a perda de volume na área. O preenchimento é feito com ácido hialurônico. Existem 2 técnicas: a injeção do produto com agulhas e a com microcânulas.

Na técnica com agulha existe uma maior chance equimoses e hematoma, já que vasos sanguíneos podem ser atingidos durante a introdução da agulha. A melhor opção é a realização através de cânulas finas. Desta forma, a chance de equimoses e hematomas diminui, pois a ponta é romba e portanto há diminuição da possibilidade de lesão dos vasos sanguíneos. Geralmente, o preenchimento das olheiras tem uma duração média de um ano já que o produto é reabsorvido com o tempo por ser o ácido hialurônico semelhante ao que temos em nosso corpo. Mas mesmo após a rebsorção a região fica muito melhor que antes pela produção do colágeno que ocorre com o tempo.
Para isso, é claro, a técnica precisa ser feita com delicadeza por um dermatologista experiente no assunto.

 

Vale super agendar uma consulta para saber exatamente qual o seu tipo de olheiras e qual o tratamento você deve fazer.

Vou compartilhar o contato da Paula com vocês, mas já aviso logo que ela é especial e muito profissa. Tá ?!!!!

Paula Marsicano



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